sábado, 31 de dezembro de 2011

DISCOGRAFIA JOY



Joy é um banda Europop  da Áustria nos anos
80, mais conhecida por seus maiores sucessos Toque By Touch e Valerie . 

História

O Joy banda foi formada em Aussee Bad , um austríaco cidade de 7.500 cidadãos. Freddy Jaklitsch (nascido em 22.01.60), Manfred Temmel (25.02.59) e Andy Schweitzer eram amigos de escola, mas depois da formatura todos os três escolheram carreiras diferentes. Freddy tornou-se professor de alemão na escola, Manfred, um DJ, e Andy estava servindo na polícia. Eles se reuniram novamente em 1984 e fundou a banda. Seu primeiro single Lost In Hong Kong veio à luz em fevereiro de 1985. Não foi um grande sucesso, mas a nova banda foi mencionado na imprensa. E que não foi em vão - seus próximos único toque By Touch(Setembro de 1985) imediatamente alcançou Top 20 Europeu de gráficos Dance. O primeiro álbum da banda intitulado Olá passou cinco semanas na primeira posição em vários gráficos. Que trouxe todo o mundo popularidade para a banda com seus álbuns vendidos em mais de 30 países. 
No verão de 1986 Joy regressaram ao seu estúdio para gravar o segundo álbum alegria e lágrimas . A canção de maior sucesso deste álbum é 
JAPANESE  Girls.
 . Provavelmente por causa dessa canção Joy obtido alguma notoriedade na Ásia. Sua turnê de 1987 coletados 60.000 espectadores no total. Em Seul , Coréia do Sul que apresentou na frente de um público de 20.000 no estádio Jamsil e cantou uma versão alternativa chamada Meninas-coreano . Enquanto isso, a atividade concerto foi acompanhado pelo lançamento da compilação das melhores canções dos dois primeiros álbuns. Ela também apareceu sob o rótulo OK-Musica.Durante o próximo ano, Joy deu uma série de concertos nos Estados Unidos e ao retornar para a Europa realizada em Alemanha , Portugal e Itália .
Pouco depois (em 1989) tecladista e co-produtor da maioria das canções de Joy, Andy Schweitzer, deixou a banda para iniciar a carreira solo. No entanto, ele foi dada uma permissão para usar o nome da banda original quando a gravar seu próprio álbum. Este álbum foi lançado por empresas diferentes sob os títulos diferentes - seja ela está dançando sozinho ou simplesmente Joy .
Durante os anos seguintes do rap e techno crescimento na Europa Joy encontrado menos sucesso. No entanto, com o retorno de canções melódicas, o melhor de Joy foi lançado em 1991. Em 1994, dois membros do grupo original (Freddy e Manfred) publicou um novo single chamado BMG Olá, Mrs. Johnson . Depois disso, ter convidado um novo tecladista, Johannes Groebl (nascido em 30.01.60), eles lançaram mais um single em 1995 - Felicidad . Em 1996, o álbum cheio de alegria foi gravado no BMG. Ele inclui 12 músicas, no entanto, por razões desconhecidas os CDs nunca foram impressos, eo contrato com BMG expirou recentemente.



Discografia:

Álbuns

1989 - Joy ( OFF )

DISCOGRAFIA GIGI D' AGOSTINO



Gigi D’Agostino é o nome artístico do DJ, remixer e produtor musical italiano Luigino Celestino di Agostino, nascido em Turim, em 17 de dezembro de 1967. Iniciou sua carreira como DJ em 1986 e seu primeiro mix foi a música "Psychodelic". 
Biografia
Desde sua infância, sempre quis fazer parte do mundo das discotecas, até que em 1983 começou sua carreira como DJ, aos 16 anos, enquanto trabalhava também fora das pistas para ganhar a vida como pedreiro.
Gigi logo ficou conhecido como o criador do "Mediterrâneo Progressivo" após temperar o progressivo que tanto gostava com melodias cativantes, timbres minimalistas, doses da música latina e sons característicos domediterrâneo. Assim nasceram êxitos como "Another Way", "La Passion", "The Riddle", "Bla Bla Bla", "Silence" e o famoso "L'Amour Toujours - I'll Fly With You", música que de imediato ficou famosa no mundo todo, inclusive no Brasil, conquistando 
o gosto do público baladeiro.
Mas ele não produz apenas músicas cantadas em inglês, muitas também são em italiano, como: "Vorrei Fare Una Canzone", "L'uomo Sapiente", "Luce", "Lo Sbaglio", "A Volte Io Me Perdo"... As canções em italiano começaram a surgir em seus últimos álbuns de 2005 até hoje.
Recentemente começou a introduzir um desafio com a música: misturar música eletrônica com clássica que também sempre gostou muito. É de se pensar que o resultado seria insatisfatório, mas depois do lançamento deSome Experiments em 2006, Lento Violento e Altre Storie em 2007, e a música "Che Pesta" em julho de 2007, todos ficaram surpreendidos com o resultado cativante, e a capacidade de Gigi para a música eletrônica.
Quanto ao gosto musical do Mestre Dag, como também é conhecido, diz ele próprio em uma entrevista feita naHolanda, que escuta todo tipo de música, e que sempre respeita todos os estilos musicais, tendo claro as suas preferências, como a música clássica, por exemplo, que diz gostar de todas as melodias que lhe apresentam deste estilo musical. Revela também, que gosta de ouvir Rock, um pouco de Jazz, Hip hop e muitos outros estilos. Seu estilo é único, melódico mas melodramático. Actualmente muitos outros dj's passaram a produzir músicas no estilo que ele criou: Lento Violento.
Gigi D'Agostino possui actualmente um programa de rádio na rádio italiana M2O chamado: "Il Cammino Di Gigi D'Agostino" onde são apresentadas músicas e misturas inéditas, que ainda não foram lançados em CD oficialmente, e também muitas que marcaram os fans de álbuns já lançados em mixes que somente oMestre Dag pode fazer. O programa, que em Outubro de 2009, estava temporariamente cancelado, podia ser ouvido de segunda-feira a sábado, na Itália, das 14:00 até às 15:00, pela rádio, e para os fans brasileiros podia ouvir-se online, no site da rádio M2O, das 09:00 às 10:00, horário de Brasília.
Discografia
Álbuns
1996- Gigi D'Agostino ( BY TORRENT )


2008 -Suono Libero- PARTE 1 / PARTE 2 / PARTE 3


2011- Mondo Reale ( OFF )
Singles

1995:
Sweetly (CDM)
New Years Day (CDM)
Gigi's Violin / Elektro Message (CDM)
Fly (CDM)
Angel's Simphony (CDM)
Melody Voyager (EP)
Melody Voyager (Promo)(CDM)
1997
Music (An echo deep inside)(CDM)
Gin Lemon (CDM)
1998
Elisir (Your Love)(CDM)
1999
The Riddle (CDM)
The Riddle (CDM)(Remix)
La Passion (CDM)
La Passion (CDM)(Remix)
"The Riddle feat. Bla Bla Bla" (CDM)
Cuba Libre (CDM)
Bla Bla Bla (CDM)
Another Way (CDM)
2000
Gigi D'Agostino & Albertino - Super (CDM)
L'Amour Toujours (Vinyl)
2004
Silence (CDM)
Gigi(Gigi D'Agostino) & Molly (Molella) - Con il nastro rosa (CDS)
Gigi D'Agostino & Pandolfi - Gigi's Goodnight (CDS)
Gigi D'Agostino & Datura - Summer of Energy (CDS)
2005
Wellfare (CDM)
I Wonder Why (CDM)
2006
Vorrei Fare Una Canzione
Remixes
2000
Magic Box - Carillon
Gigi D'Agostino vs. Magic Box - Carillon (Remix)
Gigi D'Agostino vs Magic Box - Carillon (Molto Remix)
2001
Reanimator feat. Vanilla Ice - Ice Ice Baby 2001:
Gigi D'Agostino vs. Reanimator feat. Vanilla Ice - Ice Ice Baby 2001 (Remix)
Shakira - Te Aviso,Te Anuncio:
Gigi D'agostino vs Shakira - Te Aviso,Te Anuncio (Remix Edit)
Gigi D'agostino vs Shakira - Te Aviso,Te Anuncio (Remix)
2002
Ago - Put on your red shoes:
Gigi D'Agostino vs. Ago - Put on your red shoes (Remix)
Gigi D'Agostino vs. Ago - Put on your red shoes (Psico Remix)



DISCOGRAFIA EIFFEL 65


Os Eiffel 65 foram um grupo italiano de música electrónica Dance, formado em Turim, no final da década de 1990.
O nome Eiffel foi escolhido à sorte por um programa de computador e o número 65 apareceu publicado junto ao nome do grupo porque, por erro, alguém não reparou que esses números faziam parte do número de telefone que ia adjunto à demo.
Os seus temas são cantados em inglês, em italiano e, por vezes, nos dois idiomas.
Atualmente, o grupo continua a atuar, sem a presença de Gabry Ponte, sob o nome Bloom 06.

Discografía

Álbuns


Crash Test 01 (2006) (Como "Bloom 06")


Crash Test 02 (2008) (Como "Bloom 06")



Singles

"Blue (Da Ba Dee)" (1999)
"Episode I"
"Move Your Body" (2000)
"Too Much of Heaven" (2000)
"My Console"
"One Goal"
"Episode II"
"Back In Time"
"Lucky (In My Life)"
"80's Stars"
"Losing You"
"Cosa Resterà (In A Song)"
"Quelli Che Non Hanno Età"
"Viaggia Insieme A Me"
"Viaggia Insieme A Me RMX"
"Una Notte E Forse Mai Più"
"Voglia Di Dance All Night"
"I'm Blue (da ba dee)"

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

DISCOGRAFIA BLOODHOUND GANG


Bloodhound Gang é uma banda estadunidense de rock alternativo com um som influenciado pelo punk rock. Originários de Quakertown, Pensilvânia, o grupo foi formado em 1992. 
História
O Bloodhound Gang iniciou como uma pequena banda alternativa em 1992 chamada Bang Chamber 8.O grupo consistia em Jimmy Pop e Daddy Long Legs. Lançaram somente uma fita auto intitulada. Logo mudaram seu nome para Bloodhound Gang, mudando também seu estilo musical. Incapazes de apresentar-se em casas noturnas, a banda apresentou-se pela primeira vez no Evil Jared Hasselhoff, por troca de cigarros e uma chance em gravar uma demo, intitulada Just Another Demo. começaram então a apresentar-se mensalmente no CBGBsem Nova Iorque
Em abril de 1994 lançaram o segundo demo, The Original Motion Picture Soundtrack to Hitler's Handicapped Helpers e assinaram contrato com a Cheese Factory Records. Em novembro do mesmo ano lançaram o primeiroEP, Dingleberry Haze.
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Em meados do mesmo ano, Jimmy Pop participou no filme independente The Chick That Was Naked, do cineasta Kurt Fitzpatrick. Uma canção da banda foi utilizada na trilha sonora.
Em março de 1995 assinaram com a Columbia Records, lançando então seu primeiro álbum, Use Your Fingers. Começaram turnê pelos Estados Unidos, e nessa época Daddy Long Legs e M.S.G., irritados com a gravadora, deixaram a banda para formar um grupo de rap, Wolfpac, sendo substituídos por Evil Jared Hasselhoff e Tard-E-Tard. Quando a turnê acabou, o contrato com a Columbia foi terminado e Skip O'Pot2Mus deixou a banda para seguir novos caminhos longe da música.
Em março de 1996 a banda, sob nova formação, gravou o segundo álbum One Fierce Beer Coaster, lançado pela Geffen Records. Embarcaram então para nova turnê pelos Estados Unidos e Europa. Em 1999 lançaram o terceiro álbum, Hooray for Boobies. Promovido pelo singles de sucesso The Bad Touch e "The Ballad Of Chasey Lain", embarcaram em mais turnês pela Europa, onde se tornaram bastante populares. Voltaram após vender mais de cinco milhões de 
álbuns.
Em 2003 lançaram o DVD One Fierce Beer Run, com crônicas da turnê de One Fierce Beer Coaster Em 27 de setembro de 2005 foi lançado Hefty Fine. Seu título original, Heavy Flow, foi eliminado por existir uma canção de Moby com o mesmo nome. O primeiro single "Foxtrot Uniform Charlie Kilo".



Integrantes
Formação atual

Jimmy Pop - vocal e guitarra
Lüpüs Thünder - guitarra e backing vocal
Evil Jared Hasselhoff - baixo e backing vocal
DJ Q-Ball - turntables e vocal
Adam 'The Yin' Perry - bateria
Ex-integrantes
Bubba K Love
Blue
Byron
Daddy Long Legs - vocal
Foof
Lazy I
M.S.G.
Piddly B
Skip O'Pot2Mus
Slave One
Spanky G - bateria
Tard-E-Tard
White Steve
Mr. Stinky Boots
Willie The New Guy - bateria
Curiosidades
Yellow Fever
A banda foi acusada de racismo nos Estados Unidos e no Reino Unido. Em resposta, Jimmy Pop citou ao Yahoo! Launch que as letras de sua banda não devem ser levadas à sério:"Penso que no primeiro álbum existe material que ofendeu pessoas... Realmente, não estamos tentando chocar alguém, estamos somente dizendo coisas para rirmos de nós mesmos" ele explicou. "Essa foi sempre a idéia. As mesmas coisas que conversamos no ônibus são as que colocamos nas gravações."
Discografia
Álbuns de estúdio




Fishin' for Hookers (2011)Coletâneas ( OFF )










BALTIMORA - Living in the Background



Living in the Background (em português: Vivendo no Fundo) é o álbum de estreia de Baltimora, lançado em 1985 pela gravadora EMI. 
O álbum contém quatro singles. O primeiro single, "Tarzan Boy", foi o single de maior sucesso de Baltimora, se tornando uma música popular dos anos 80. Conseguiu a posição 13 na Billboard Hot 100 e 3 no Reino Unido, além de entrar nas paradas musicais de vários países europeus. O segundo single, "Woody Boogie", foi lançado apenas na Europa, e por ser lançado no mesmo período em que o single anterior ainda permanecia nas paradas, este não conseguiu tanto sucesso. O terceiro single, "Living in the Background" lançado em 1985 na Europa e no ano seguinte nos Estados Unidos e Canadá, permaneceu quatro semanas na Billboard Hot 100, e conseguiu apenas a posição número 87. O quarto e último single, "Juke Box Boy", lançado somente na Europa, conseguiu entrar na parada musical apenas da Itália, na posição número 12.
O álbum foi relançado diversas vezes e em vários formatos. Em 1986, o álbum foi lançado com mais duas faixas bônus, "Up with Baltimora" e "Juke Box Boy", essa última viria a ser lançada como single nesse mesmo ano. Em 2005, o álbum foi relançado não oficialmente e apenas 1000 cópias foram impressas.
Nas paradas musicais, o álbum chegou a posição #49 na Billboard 200, e #18 na parada musical da Suécia. O álbum foi certificado Ouro em 1986 no Canadá.

FAIXAS 

#TítuloDuração
1. "Tarzan Boy" 6:15
2. "Pull the Wires" 4:46
3. "Living in the Background" 6:05
4. "Woody Boogie" 5:50
5. "Chinese Restaurant" 5:14
6. "Running for Your Love" 




DISCOGRAFIA ALPHAVILLE

Alphaville: a trajetória completa da banda que transformou o synth-pop em poesia

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Enquanto muitas bandas dos anos 1980 ficaram conhecidas apenas por um ou dois sucessos, o Alphaville construiu uma carreira marcada pela criatividade, pela constante evolução musical e por letras que ultrapassaram o universo da música pop. Embora seja lembrado principalmente por "Forever Young", o grupo produziu uma discografia rica e influenciou gerações de artistas do synth-pop, new wave e música eletrônica.

A banda surgiu em um período de profundas transformações na Europa. A Alemanha ainda estava dividida pelo Muro de Berlim, a Guerra Fria influenciava a cultura mundial e a música eletrônica começava a conquistar espaço graças ao avanço dos sintetizadores. Nesse cenário nasceu um grupo que uniria tecnologia, romantismo e reflexões existenciais em suas composições.

Antes do Alphaville

Antes da criação da banda, Marian Gold e Bernhard Lloyd trabalhavam em pequenos projetos musicais experimentais em Berlim. Ambos eram fascinados pelas possibilidades dos sintetizadores analógicos e digitais, equipamentos que, naquela época, eram caros e ainda pouco acessíveis.

Os dois acreditavam que era possível criar uma música eletrônica que não fosse apenas dançante, mas também emocional. Quando conheceram Frank Mertens, perceberam que compartilhavam a mesma visão artística.

Em 1982 nasceu oficialmente o Alphaville.

O nome foi retirado do filme de ficção científica Alphaville, dirigido por Jean-Luc Godard, que retrata uma cidade futurista controlada por uma inteligência artificial. A escolha simbolizava exatamente o que o grupo pretendia transmitir: uma mistura de tecnologia, humanidade e imaginação.

A Alemanha dos anos 80

O Alphaville surgiu em uma Alemanha ainda marcada pela divisão entre Oriente e Ocidente. Berlim era um dos principais centros culturais da Europa, reunindo artistas, cineastas e músicos experimentais.

Enquanto bandas britânicas como Depeche Mode, Duran Duran, Pet Shop Boys, Human League e New Order dominavam o cenário internacional, o Alphaville mostrou que a Alemanha também podia produzir um pop sofisticado e de alcance mundial.

Na época, o país já havia revelado nomes importantes como Kraftwerk, considerado um dos pais da música eletrônica moderna. O Alphaville ajudou a dar continuidade a esse legado, aproximando o synth-pop de um público mais amplo.

O fenômeno "Big in Japan"

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Lançada em janeiro de 1984, "Big in Japan" rapidamente conquistou as rádios europeias. Seu ritmo envolvente e a voz marcante de Marian Gold chamaram atenção imediatamente.

Durante muitos anos, acreditou-se que a música falava sobre artistas que faziam mais sucesso no Japão do que em seus próprios países. No entanto, Marian Gold explicou que a inspiração era outra.

A letra conta a história de um casal dependente de drogas que sonha em abandonar uma realidade difícil e imagina uma vida completamente diferente em um lugar distante. O Japão aparece como um símbolo de esperança e fuga, e não como uma referência literal à fama.

A música alcançou o primeiro lugar em diversos países europeus e abriu as portas do mercado internacional para o Alphaville.

O álbum "Forever Young"

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Lançado em setembro de 1984, Forever Young é considerado um dos melhores discos da década.

Além dos grandes sucessos, o álbum apresenta músicas menos conhecidas que demonstram a qualidade da banda como compositora.

Entre elas:

  • A Victory of Love

  • Summer in Berlin

  • Fallen Angel

  • Lies

  • The Jet Set

  • To Germany with Love

As letras abordam temas como amor, guerra, sonhos, medo do futuro, esperança e liberdade.

O significado de "Forever Young"

Poucas músicas despertam tantas interpretações quanto "Forever Young".

Para alguns, trata-se de uma canção sobre juventude.

Para outros, fala sobre o medo do envelhecimento.

Há quem veja uma crítica à Guerra Fria e à ameaça de uma guerra nuclear, muito presente na década de 1980.

O próprio Marian Gold afirmou em entrevistas que a música foi escrita em um período em que muitos jovens europeus conviviam com a sensação de que um conflito nuclear poderia acontecer a qualquer momento.

Essa mistura de esperança e incerteza tornou a canção universal.

Hoje ela é tocada em casamentos, formaturas, despedidas, cerimônias religiosas e filmes, tornando-se um verdadeiro hino atemporal.

A evolução musical

Ao contrário de muitas bandas dos anos 80, o Alphaville nunca quis repetir a mesma fórmula.

Cada álbum apresentou uma proposta diferente.

Em Afternoons in Utopia (1986), o grupo apostou em arranjos grandiosos, repletos de sintetizadores e efeitos eletrônicos.

Já em The Breathtaking Blue (1989), incorporou influências do jazz, da música clássica e da música ambiente.

Na década de 1990, passou a experimentar sons mais pesados e atmosferas mais sombrias, aproximando-se do rock alternativo e da música eletrônica experimental.

Essa busca constante por inovação fez com que parte do público estranhasse os novos trabalhos, mas consolidou a reputação artística da banda.

Marian Gold: a voz do Alphaville

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Marian Gold sempre foi muito mais do que o vocalista do Alphaville.

Grande parte das letras da banda foi escrita por ele.

Sua voz, capaz de alcançar notas muito altas, tornou-se uma das marcas registradas do synth-pop.

Ao longo dos anos, Marian passou por mudanças naturais em seu timbre, mas continua se apresentando ao vivo e é reconhecido por manter a essência das interpretações que marcaram os anos 1980.

O Alphaville no Brasil

O Alphaville sempre encontrou um público fiel no Brasil. Durante os anos 1980 e 1990, suas músicas eram presença constante em rádios FM, programas de videoclipes e coletâneas internacionais.

"Forever Young" e "Big in Japan" fizeram enorme sucesso entre os brasileiros e continuam sendo tocadas em festas temáticas, eventos retrô e programas dedicados aos clássicos dos anos 80.

O grupo também realizou apresentações no país ao longo da carreira, fortalecendo a relação com os fãs brasileiros.

Influência sobre outras bandas

O estilo do Alphaville influenciou inúmeros artistas e grupos de música eletrônica.

Características marcantes de sua obra, como:

  • sintetizadores sofisticados;

  • letras introspectivas;

  • melodias grandiosas;

  • refrães emocionantes;

  • produção cinematográfica,

podem ser percebidas em diversas bandas que surgiram nas décadas seguintes.

Mesmo artistas da música pop contemporânea citam "Forever Young" como uma das canções mais importantes dos anos 1980.

Os álbuns que vieram depois

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Depois dos três primeiros discos, o Alphaville continuou produzindo:

  • Prostitute (1994), com sonoridade experimental e letras densas.

  • Salvation (1997), que retomou parte do estilo eletrônico clássico.

  • Catching Rays on Giant (2010), marcando o retorno às gravações inéditas após um longo intervalo.

  • Strange Attractor (2017), reunindo elementos modernos e o estilo característico da banda.

  • Eternally Yours (2022), um projeto especial com versões orquestrais de seus maiores sucessos, gravadas com uma orquestra sinfônica.

Um legado que atravessa gerações

Mais de quarenta anos após sua criação, o Alphaville permanece como um dos maiores nomes da história do synth-pop. Suas canções continuam presentes em filmes, séries, novelas, comerciais e plataformas de streaming, alcançando tanto quem viveu os anos 1980 quanto novos ouvintes.

O maior mérito da banda talvez seja ter criado músicas que resistiram ao tempo. Enquanto muitas produções daquela época ficaram presas à nostalgia, as composições do Alphaville seguem emocionando públicos de diferentes idades. "Forever Young" tornou-se um clássico universal sobre esperança, juventude e a passagem do tempo, garantindo ao grupo um lugar permanente entre os grandes nomes da música pop mundial.


DOWNLOAD NO PIRATE BAY

Ao acessar o Pirate Bay, digite "Alphaville" na busca. Tentei enviar a página com os álbuns, mas não foi possível.