O álbum Sabotage reforça perfeitamente a frase “Rap é compromisso”. Lançado em 2016, o disco reúne gravações inéditas deixadas por Sabotage antes de sua morte, preservando a essência verdadeira e intensa que marcou sua trajetória no rap nacional.
O CD apresenta letras carregadas de crítica social, relatos da periferia, espiritualidade e superação, mostrando o compromisso do artista com sua realidade e com as pessoas que se identificavam com suas vivências. Mesmo sendo um trabalho póstumo, o álbum mantém a força e a autenticidade de Sabotage, com produções que respeitam seu estilo original e participações especiais de artistas próximos de sua caminhada.
Faixas como “Quem Viver Verá” e “País da Fome” evidenciam a habilidade única do rapper de transformar experiências difíceis em poesia urbana, sempre com mensagens de resistência e consciência. O disco não apenas homenageia sua memória, mas também reafirma sua importância histórica para o hip-hop brasileiro.
Mais do que um lançamento musical, o CD se tornou um símbolo da permanência do legado de Sabotage. Suas palavras continuam atuais, influenciando novas gerações e mostrando que, para ele, o rap sempre foi verdade, responsabilidade e transformação social.
Lançado em 2016, treze anos após a morte de Mauro Mateus dos Santos, o álbum Sabotage representa muito mais do que um simples disco póstumo. A obra funciona como um reencontro emocionante entre o público e uma das vozes mais autênticas do rap nacional. Construído a partir de gravações deixadas pelo artista antes de seu assassinato, o projeto preserva a essência crua, humana e visionária que transformou Sabotage em uma lenda da música brasileira.
O álbum reúne 11 faixas que misturam crítica social, espiritualidade, esperança e relatos das periferias paulistas. Mesmo gravadas no início dos anos 2000, as letras permanecem atuais, refletindo desigualdade, violência e resistência com uma linguagem única e carregada de poesia urbana. Canções como “Quem Viver Verá”, “País da Fome: Homens Animais” e “Canão Foi Tão Bom” mostram a capacidade de Sabotage de transformar vivências difíceis em arte potente e consciente.
A produção do disco contou com amigos, parceiros e músicos que trabalharam ao lado do rapper em vida, respeitando ao máximo sua identidade artística. Participações de nomes como Dexter, Rappin’ Hood, Céu e Instituto ajudam a construir um álbum que soa orgânico, emotivo e fiel ao legado do “Maestro do Canão”.
Mais do que nostalgia, Sabotage reafirma a importância histórica do artista para o rap brasileiro. Seu flow inconfundível, suas rimas inteligentes e sua visão de mundo continuam influenciando novas gerações. O disco também serve como um lembrete do enorme potencial interrompido precocemente, mas jamais apagado.
Em um cenário musical cada vez mais acelerado, ouvir Sabotage é perceber como a verdade nas palavras atravessa o tempo. O álbum póstumo não apenas homenageia a memória do rapper — ele mantém viva sua mensagem: rap é compromisso, resistência e transformação.
Smashing Pumpkins ao Vivo — Store Vega, Copenhagen
Uma noite de nostalgia, potência e renovação no coração da dinamarquesa Vega
Na noite de 18 de agosto de 2025, o Smashing Pumpkins transformou o Store Vega em Copenhagen num templo do rock alternativo, entregando uma performance que mesclou clássicos eternos, faixas profundas da sua discografia e um vigor surpreendente para uma banda que já atravessou mais de três décadas de carreira.
Setlist: um passeio pela história
A apresentação começou com o som atmosférico de Glass’ Theme seguido pela enérgica Heavy Metal Machine, preparando o público para um mergulho profundo tanto nos anos 90 quanto na fase mais recente da banda. O repertório navegou por hits como Today, Bullet With Butterfly Wings e 1979 — momentos que incendiaram a plateia e evocaram a nostalgia dos grandes álbuns Siamese Dream e Mellon Collie and the Infinite Sadness.
Além dos clássicos, o show contou com faixas mais obscuras e amadas pelos fãs, como Where Boys Fear to Tread, Porcelina of the Vast Oceans e Muzzle, mostrando que a banda ainda honra sua profundidade criativa. Canções do período mais recente como Edin, Pentagrams e Sighommi também marcaram presença, equilibrando tradição e evolução musical.
Energia e performance
O clima no Store Vega — uma casa relativamente pequena para os padrões de uma banda desse calibre — funcionou a favor do Smashing Pumpkins: em vez de um grande espaço vazio, a proximidade com o público trouxe intensidade e conexão palpáveis. Mesmo sem um encore tradicional, a banda encerrou a noite com The Everlasting Gaze, deixando a plateia eletrificada e satisfeita.
Billy Corgan e sua banda provaram que não estão apenas revisitando os seus maiores sucessos por nostalgia, mas vivendo e reinventando sua música no palco. A alternância entre riffs explosivos e momentos mais introspectivos manteve a dinâmica do show viva, mostrando uma banda confortável com seu legado e ainda curiosa para explorar novos territórios sonoros.
O Smashing Pumpkins em Copenhagen foi mais do que um concerto de rock — foi um encontro entre gerações de fãs, um relevo consistente de momentos clássicos e uma celebração sem pretensões vazias, solidificando a banda como uma força que continua relevante no cenário musical. Seja para quem cresceu com Disarm ou para quem descobriu 1979 ontem, o show no Store Vega deixou claro que a chama criativa do Pumpkins ainda arde forte.
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Por que o Internet Archive é tão querido
Não tem anúncios
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Tem uma filosofia abertamente pró-acesso e pró-memória
Para muita gente, é um último refúgio da internet livre.
Scorpions – Rock Believer (Deluxe) (2022): A Provação do Rock Vivo e Pulsante
Rock Believer (Deluxe) é muito mais do que mais um lançamento na discografia dos lendários Scorpions — ele representa uma afirmação sonora de que o rock clássico ainda tem vida, energia e relevância no cenário musical contemporâneo. O álbum chegou em 25 de fevereiro de 2022, e sua edição deluxe expande a experiência com faixas extras e versões alternativas que agradam tanto colecionadores quanto fãs da banda.
Retorno às Raízes com Energia Renovada
Depois de um hiato de sete anos desde o álbum anterior de estúdio, os Scorpions decidiram que era hora de voltar às origens, gravando Rock Believer com sangue novo e velha atitude. Segundo o vocalista Klaus Meine, eles foram buscar o “DNA clássico da banda”, capturando a essência das composições de guitarra e melodia que marcaram os anos 80 — como nos álbuns Blackout e Love at First Sting.
O resultado? Um trabalho que soa ao mesmo tempo familiarly clássico e vibrante, reminiscente de seus grandes momentos, mas com a maturidade e experiência de uma banda com mais de quatro décadas de estrada.
O Que Traz a Edição Deluxe
A versão Deluxe vai além das 11 faixas da edição padrão e inclui quatro músicas inéditas mais uma versão acústica emocionante de “When You Know (Where You Come From)” — um bônus que entrega ainda mais profundidade ao álbum e mostra a versatilidade da banda.
Faixas extras e conteúdo bônus elevam a experiência do ouvinte, tornando essa edição ideal para fãs que querem mais do que o básico.
Destaques Musicais
Alguns pontos fortes da obra:
Faixas potentes e riffs marcantes como Gas In The Tank e Knock ’Em Dead dão o tom energético que fãs de hard rock esperam.
A faixa-título Rock Believer é quase um hino — uma resposta enérgica à ideia de que o rock estaria “morto”.
A diversidade de sons, de momentos mais pesados (Peacemaker) a passagens mais introspectivas (When You Know), mostra uma banda que ainda sabe equilibrar força e sensibilidade.
Uma Banda com “Gasolina no Tanque”
Embora os Scorpions estejam há décadas na estrada, Rock Believer prova que eles ainda têm energia para surpreender, com performances inspiradas de Klaus Meine e riffs sólidos da dupla de guitarristas Rudolf Schenker e Matthias Jabs. A presença do baterista Mikkey Dee (ex-Motörhead) também adiciona um toque vigoroso à seção rítmica.
Mensagem e Contexto
Gravado durante e logo após os períodos mais rígidos da pandemia de COVID-19, o álbum reflete em boa parte a resiliência e a paixão pela música ao vivo — um sentimento compartilhado com seus fãs ao redor do mundo que esperavam ansiosos pelo retorno dos shows e da experiência coletiva do rock.
Conclusão
Scorpions – Rock Believer (Deluxe) não é apenas um objeto de nostalgia — é uma prova de que o Scorpions consegue reinventar o clássico sem perder sua identidade. A edição deluxe torna o pacote ainda mais completo, oferecendo algo a mais para quem já ama a banda ou para quem quer descobrir um dos maiores nomes do rock’n’roll em plena forma.
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Um
dos maiores desastres marítimos do Brasil completa mais de três
décadas
Na
noite de 31
de dezembro de 1988,
o Rio de Janeiro vivia um de seus réveillons mais animados. Fogos de
artifício coloriam o céu da Baía de Guanabara, e centenas de
pessoas brindavam a chegada de 1989. No mar, o Bateau
Mouche IV,
embarcação de turismo inspirada nos barcos parisienses, realizava
um luxuoso passeio de fim de ano com 142
pessoas a bordo
— mas a celebração terminaria em tragédia.
Pouco
antes da meia-noite, a embarcação naufragou
nas águas da baía, vitimando 55
pessoas
e deixando o país chocado. O episódio ficou conhecido como o
naufrágio do Bateau Mouche,
um dos acidentes mais emblemáticos da história marítima
brasileira.
O
Passeio do Réveillon
O
Bateau Mouche IV fazia parte de uma frota de barcos turísticos
criada para oferecer passeios panorâmicos pela orla carioca. Na
virada de 1988 para 1989, o barco foi contratado para uma festa de
réveillon exclusiva, com jantar, música ao vivo e vista
privilegiada dos fogos de Copacabana.
Segundo
relatos de sobreviventes, o clima era de festa e euforia. No entanto,
logo após deixar o cais da Marina da Glória, alguns passageiros
perceberam que o barco apresentava desequilíbrio
e inclinação
anormal.
O
Momento do Acidente
Por
volta das 23h45,
o Bateau Mouche começou a adernar, inclinando-se bruscamente para o
lado esquerdo. Testemunhas relatam que, em poucos minutos, a
embarcação virou completamente e afundou.
Muitos
passageiros ficaram presos na parte inferior do barco, enquanto
outros conseguiram nadar até embarcações próximas. O resgate foi
dificultado pela escuridão e pela falta de equipes de emergência
preparadas.
Das
142 pessoas a bordo, 55
morreram afogadas,
e dezenas ficaram feridas. Entre as vítimas estavam empresários,
artistas e turistas estrangeiros.
As
Investigações
As
apurações realizadas pela Marinha e pelo Ministério Público
apontaram negligência
na operação do barco. O Bateau
Mouche IV
estava superlotado,
sem
coletes salva-vidas suficientes
e apresentava modificações
estruturais irregulares
— incluindo um convés superior adicionado sem reforço adequado na
base.
Relatórios
técnicos indicaram que a embarcação não deveria ter sido
autorizada a navegar. O caso também revelou falhas graves na
fiscalização
marítima
e na concessão de licenças.
O
dono da empresa responsável pelos passeios foi indiciado por
homicídio
culposo
(sem intenção de matar), mas o processo se arrastou por anos e
terminou sem condenações significativas.
Memória
e Consequências
A
tragédia do Bateau Mouche gerou comoção nacional e expôs a
precariedade das normas de segurança em transportes turísticos.
Após o acidente, novas regras de inspeção
naval
foram implementadas pela Capitania dos Portos, e o controle sobre
embarcações de passageiros se tornou mais rigoroso.
Mais
de trinta anos depois, o episódio segue sendo lembrado como um
alerta
sobre os riscos da negligência
e a importância da responsabilidade nas operações marítimas.
Legado
O
nome “Bateau Mouche”, que em francês significa “barco-mosca”,
era sinônimo de elegância e lazer. No Brasil, porém, passou a
evocar lembranças dolorosas e tornou-se um marco de tragédia.
O
naufrágio do Bateau Mouche permanece vivo na memória do país como
um lembrete de que a segurança não pode ser negligenciada — nem
mesmo em noites de festa.
YARA
AMARAL
Yara Silveira Amaral nasceu em Rio de Janeiro, em 16 de setembro de 1936. Foi uma atriz muito respeitada e querida pelo público, especialmente por sua elegância, talento e presença marcante na televisão brasileira.
Atriz brasileira muito conhecida na televisão, teatro e cinema.
Participou de novelas marcantes da Rede Globo.
Ela estava comemorando o Réveillon de 1988 na embarcação Bateau Mouche IV, na Baía de Guanabara, quando o barco naufragou por superlotação e falhas de segurança.
Yara Amaral foi uma das 55 vítimas fatais da tragédia
Carreira
Yara começou no teatro, onde participou de diversos grupos importantes. Sua estreia na televisão ocorreu ainda nos anos 1960, e ao longo da carreira trabalhou em emissoras como TV Tupi, TV Globo, TV Manchete e TV Bandeirantes.
Ela ficou especialmente conhecida por suas atuações em telenovelas, como:
Ano
Novela
Emissora
1975
Escalada
TV Globo
1984
Vereda Tropical
TV Globo
1985
Roque Santeiro
TV Globo
1987
Helena
Rede Manchete
1988
Kananga do Japão
Rede Manchete
Era admirada por interpretar mulheres fortes, sensatas e de personalidade marcante.
Rosemary e seu marido se mudam para um novo apartamento em Nova York, onde passam a conhecer um casal de idosos que mora logo ao lado. Esse casal possui modos estranhos de agir; eles logo invadem a privacidade de Rosemary, de forma que começa a incomodá-la. Há algo por trás disso tudo e Rosemary, grávida, começa a desconfiar das pessoas, querendo proteger seu futuro filho.
O verão da lata foi um evento inusitado que aconteceu no litoral brasileiro no ano de 1987 até o ano de 1988. O evento em questão ocorreu quando milhares de latas contendo cannabis chegaram ao litoral do Brasil entre as praias de Cabo Frio (ponto mais ao norte onde as latas foram encontradas) e a Praia do Cassino (ponto mais ao sul). Em média foram despejadas ao mar 22 toneladas de maconha em mais de 13 mil latas.
Primeiros relatos
Os primeiros relatos aconteceram em 25 de setembro de 1987 onde pescadores na cidade de Maricá no Rio de Janeiro encontraram 18 latas contendo em média 1,5 kg de maconha em cada lata. Os pescadores assustados com a ocasião levaram as drogas a policia militar do Rio de Janeiro.
Investigação
As investigações da policia militar do Rio de Janeiro começaram, e após perceber que havia diversas cidades relatando o encontro de latas contendo maconha, a policia militar informou a policia federal brasileira a existência destas latas. A policia federal já havia recebido informações sobre as latas vindas da central de inteligência dos Estados Unidos.
A policia militar também constatou que a droga contida nas latas era 500x mais forte do que a droga que já estava sendo distribuída em território nacional.
A policia norte-americana já estava ciente que havia um navio chamado Tunamar que futuramente iria para os Estados Unidos e neste navio poderia conter maconha, monitorando a embarcação a inteligência norte-americana percebeu estranhas movimentações da embarcação próxima a costa do Brasil.
O navio Tunamar
O navio Tunamar havia saído do Panamá e ido até a Austrália onde havia sido carregado e partia em direção aos Estados Unidos. Entre as cargas licitas carregadas pelo navio, havia também latas de suco de uva contendo em seu interior maconha.
Após um confronto com outros narcotraficantes, o barco danificado e os tripulantes temendo serem capturados, começaram a despejar as cargas de maconha no mar, e logo após toda a carga descarregada no mar o navio foi ao litoral do Brasil para reparos.
Corrida às latas
Com a popularização da história das latas, diversas pessoas foram até o litoral dos seus estados para tentar pegar alguma lata contendo maconha. A movimentação ocorreu principalmente no litoral entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul onde foram encontradas as latas. Assim, as praias já cheias com a chegada do verão, começaram a encher ainda mais de pescadores, surfistas, nadadores e civis em busca de latas contendo maconha.
Em contrapartida, as praias ficaram lotadas de policiais. Os policiais, além de tentar pescar as latas de maconha, também estavam reprimindo e observando pessoas que saiam das praias com latas com maconha.
Com essa tensão, diversos lugares começaram a vender latas de maconha sem maconha. Assim, acabaram confundindo os policiais entre latas legitimas com maconha e latas que eram apenas acessórios decorativos. Nessa confusão de latas, diversas pessoas conseguiram efetivamente sair do litoral com latas de maconha.
Prisões e apreensões
Dos 7 tripulantes do navio Tunamar, apenas o cozinheiro Stephen Skelton foi preso. Ele foi ouvido e informou existirem em média 13 mil latas contendo de 1 a 1,5 kg de maconha em cada. Stephen ficou preso no Brasil durante 1 ano, porém logo após foi extraditado para seu país. A polícia militar conseguiu recuperar apenas 3 mil latas das 13 mil que foram despejadas na água. As latas foram encontradas nos seguintes estados:
O que aconteceu com as outras latas?
A polícia passou meses atrás das latas de maconha perdidas no litoral do Brasil, porém cerca de 10 mil latas continuaram perdidas. A polícia chegou às seguintes conclusões sobre o destino das outras latas faltantes:
Foram encontradas por civis;
Foram resgatadas pelos narcotraficantes que atacaram o Tunamar;
Afundaram e foram perdidas no mar;
Foram boiando para outros países.
Repercussão no narcotráfico
Após milhares de histórias surgirem de pessoas encontrando latas de maconha, o narcotráfico nacional foi fragilizado, tendo em vista que a maconha enlatada tinha maior qualidade do que a maconha vendida em território nacional. Assim, as latas eram consumidas pelas pessoas que compravam do narcotráfico local, ou eram revendidas por outras pessoas que não eram usuárias da droga mas aproveitaram a situação para gerar algum lucro pessoal.
Após a repercussão da qualidade da maconha das latas, os traficantes brasileiros melhoraram a sua produção, aprendendo outros métodos para fazer a maconha render mais e ser mais forte, melhorando o comércio de cannabis nacional. Com o fim das latas, o narcotráfico voltou a ganhar força, agora com o aprendizado que as latas haviam deixado.
DESDE
2007 UMA SERIE DE PÉS HUMANOS FORAM ENCONTRADOS A DERIVA NA REGIÃO
COSTEIRA DA COLÚMBIA BRITÂNICA, ENTRE CANADA E EUA. O PRIMEIRO CASO
FOI AVISTADO NO DIA 20 DE AGOSTO DAQUELE ANO. UMA MENINA DE APENAS 12
ANOS ENCONTROU UM CALCADO DE CORRIDA ENQUANTO ANDAVA, EM UMA PRAIA NO
LADO CANADENSE DO MAR, QUANDO CHEGOU MAIS PERTO PODIA VER UMA MEIA
DENTRO DO TÊNIS, E DENTRO DA MEIA UM PE HUMANO, ISSO MESMO O CASO
CHAMOU A ATENÇÃO DA MÍDIA LOCAL, DEIXANDO MUITAS PESSOAS
ASSUSTADAS, AFINAL UM CRIME PODERIA TER SIDO COMETIDO NA REGIÃO, NO
ENTANTO DEVIDO A PRESSÃO DAS CORRENTES MARÍTIMAS, O SUPOSTO CRIME
PODERIA TER OCORRIDO LONGE DALI, ALÉM DE VÁRIOS FATORES, SERIA
APENAS UM CASO ISOLADO, ESSE PENSAMENTO NÃO DUROU MUITO, POIS UMA
SEMANA DEPOIS OUTRO TÊNIS CONTENDO UM PE HUMANO FOI AVISTADO NA
MESMA REGIÃO DESTA VEZ NA ILHA CABRIOLA. O CALCADO TAMBÉM ERA DE
CORRIDA E DO MESMO TAMANHO 44, MAS NÃO PODERIA SER DA MESMA PESSOA,
AMBOS CONTINHAM PÉS DIREITOS, E RAPIDAMENTE O CASO EXPLODIU.
LOGO
COMEÇARAM AS ESPECULAÇÕES DE QUE HAVIA UM SERIAL KILLER A SOLTA, E
O MEDO SE ESPALHOU POR TODA A REGIÃO. E PARA COMPLETAR AO LONGO DOS
12 ANOS SEGUINTES UM TOTAL DE 15 PÊS CHEGARAM A COSTA AO REDOR DA
ILHA DE VANCOUVER, E QUE E UMA DOS MAIORES CENTROS URBANOS DA
COLÚMBIA BRITÂNICA, E OUTROS 6 FORAM ENCONTRADOS NO LITORAL
SUDOESTE DO CANADA. TODOS TINHAM MAIS OU MENOS O MESMO PERFIL, COM
APENAS DUAS EXCEÇÕES, TODOS OS CALCADOS ERAM MASCULINOS E GRANDES,
COM O NUMERO 44 DE MEDIA, E SOMENTE 1 PE CALCAVA UMA VELHA BOTA,
TODOS OS OUTROS ERMA USADOS PARA PRATICAR ESPORTES. LOGO COMEÇARAM A
SURGIR TEORIAS, AS PESSOAS QUERIAM AJUDAR E LIGAVAM PARA O
DEPARTAMENTO DE POLICIA PARA DENUNCIAR SUAS SUSPEITAS, IMAGINANDO
SERIAL KILLER, OU QUE NO OCEANO PODERIA ESTAR REPLETO DE CONTAINERS
CHEIOS DE IMIGRANTES, ISSO SEM CONTAR DAS HIPÓTESES DE ALIENÍGENAS
E A DÚVIDA CONTINUAVA NO AR, POR QUE SO OS PÉS APARECERAM, ACONTECE
QUE OS ANIMAIS DECOMPOSITORES COMO LAGOSTAS, CAMARÕES, CARANGUEJOS
ENTRE OUTROS ENTRAM EM AÇÃO ASSIM QUE ENCONTRAM UMA CARCAÇA
INDEPENDENTE DA ESPÉCIE E FOI UMA CONSTATAÇÃO FEITA PELA CIENTISTA
FORENSE GAIL ANDERSON DA UNIVERSIDADE SIMON FRASER QUE CONDUZIA UM
ESTUDO COM CARCAÇAS DE PORCOS.
A
INVESTIGADORA PERCEBEU QUE OS ANIMAIS PRIMEIRO ATACAM OS TECIDOS
MOLES E DEPOIS PERDIAM PARA AS ARTICULAÇÕES, DEIXANDO DE LADO O QUE
NÃO PODERIA SER DIGERIDO, FOI ASSIM QUE ELES CONCLUÍRAM QUE AS
PESSOAS CAÍRAM OU FORAM JOGADAS NO MAR, E ACABARAM SENDO SEPARADAS
DE SEUS PÉS, E O MOTIVO PARA APENAS ESSA PARTE CHEGAR A COSTA
ESTARIA NO MATERIAL USADO NA CONSTRUÇÃO DOS TÊNIS, E POR ISSO
FLUTUAVAM ATÉ A BEIRA DAS PRAIAS. NO ENTANTO O MISTÉRIO PERMANECEU
NO AR, POR QUE AS PESSOAS DESAPARECERAM? QUEM ESTA POR TRÁS DESSES
CRIMES? SERIA AÇÃO DE UM SERIAL KILLER? TODAS ESSAS PERGUNTAS
PERMANECEM SEM RESPOSTAS.
ESSE FOI O NOME DADO PARA A ESTRUTURA DE
METAL, QUE TEM UM FORMATO DE ALTO-FALANTE, E ESTA PARAFUSADA EM DUAS
ROCHAS, NO TOPO DE UMA COLINA DE 30 METROS NO MEIO DO DESERTO,
LOCALIZADO NUM CANTO REMOTO DA RESERVA NACIONAL DO DESERTO DE MOJAVE,
NINGUEM SABE COMO O OBJETO FOI PARAR ALI, QUEM O COLOCOU E A QUANTO
TEMPO ELE ESTA LA. UMA DAS MELHORES ESTIMATIVAS, DIZEM QUE ELE TEM
PELO MENOS 30 ANOS, O DESERTO DE MOJAVE FICA NO ESTADO AMERICANO NA
CALIFÓRNIA E UM DOS DESERTOS MAIS SECOS E QUENTES DO MUNDO. EM BORA
ELE ESTEJA LOCALIZADO ENTRE CIDADES FAMOSAS E POPULOSAS COMO LAS
VEGAS E LOS ANGELES, AS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS FAZEM COM QUE TODA A
REGIÃO SEJA BASTANTE REMOTA E QUASE NÃO EXISTEM ESTRADAS PARA DAR
ACESSO AO LOCAL, QUE LEVANTA AINDA MAIS SUSPEITAS, COMO E POR QUE, O
OBJETO TERIA SIDO COLOCADO ALI. COM BASE NO SEU TAMANHO MEDINDO 2,05
METROS E E FEITA INTEIRAMENTE DE AÇO, ISSO INDICA QUE ELA NÃO FOI
INSTALADA ALI POR APENAS UM INDIVIDUO.
PARA COMPLETAR O INSTRUMENTO FICA CERCA DE
200 KM DA BASE AÉREA DE EDUAED LOCAL DE TESTES DE NEVADA, QUE FOI A
REGIAIO ONDE AS ARMAS NUCLEAR DOS EUA FORAM TESTADAS, EPORR
COINCIDÊNCIA OU NÃO ESTA DO LADO DA FAMOSA ÁREA 51.
NENHUM PORTA VOZ OFICIAL DO GOVERNO SE
MANIFESTOU SOBRE O CASO ENTRE TANTO A ESPECULAÇÕES DOS CURIOSOS
COMEÇARAM A TOMAR CONTA DOS FÓRUNS E BLOGS NA INTERNET.
ERIC EDWARDS FUNDADOR DE UMA EMPRESA QUE
ORGANIZA EXPEDIÇÕES E ACAMPAMENTOS NA NATUREZA E QUE CONHECE BEM
AQUELA REGIÃO, DIZ QUE NAS DÉCADAS DE 1940 E 1950 AQUELA ÁREA ERA
USADA PARA TRANSPORTAR AGENTES QUÍMICOS E SENSÍVEIS E ALGUMAS
SIRENES ERAM COLOCADAS AO LONGO DO CAMINHO PARA AJUDAR NA SINALIZAÇÃO
EM CASO DE ACIDENTES, COM TUDO O MEGAFONE DE MOJAVE TEM UMA ESTRUTURA
DIFERENTE DAS SIRENES USADAS E ELE NÃO SE ENCONTRA PRÓXIMO DAS
LINHAS FERRIAS QUE TRANSPORTAVA AS SUBSTANCIAS, SENDO POUCO PROVÁVEL
QUE ELE TENHA SIDO COLOCADO ALI PARA ESSA FINALIDADE. RECENTEMENTE UM
TURISTA COLOCOU UMA PELE DE ANIMAL NA ESTRUTURA E TENTOU USÁ-LA COMO
INSTRUMENTO MUSICAL, POIS O FORMATO SE ASSEMELHA A DE UM TAMBOR, MAS
DE FATO ESSE NÃO SERIA O SEU PROPÓSITO ORIGINAL. ALGUMAS PESSOAS
DEFENDEM A TEORIA DE Q SERIA PARTE DE UM SISTEMA DE UM FOGUETE OU
MISSEIS, OUTRA TEORIA E QUE SERIA PARTE DE UM DUTO DE VENTURE, USADO
PARA CONTROLAR O FLUXO DE UM FLUIDO QUE SÃO USADOS PARA EXTRAIR GÁS
NO ORIENTE MÉDIO, MAS NÃO EXISTE ESSE TIPO DE EXPLORAÇÃO NAQUELE
TERRENO.
ENTRE TANTAS TEORIAS, NADA FOI COMPROVADO,
E O MISTÉRIO CONTINUA.
O trabalho é realizado pelo mestre do origami, Brian Chan.
O artista de 31 anos é instrutor no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e faz os insetos nas horas vagas. Sobre seu começo no mundo dos origamis, ele afirma: “comecei copiando trabalhos de outros artistas, há 20 anos, mas depois eu fiquei bom e comecei a criar minhas próprias peças”. Seus pais o encorajaram comprando todo tipo de livros sobre o assunto, o que ofereceu boas fontes de aprendizagem independente.
Chan comenta que a ideia por trás do origami é muito simples: você reserva algumas partes do papel, que eventualmente viram partes do modelo esperado. Mas há muitas técnicas diferentes para quem quer começar a trabalhar com papel. Por exemplo, Brian comenta um método que ele utiliza às vezes, de dobrar em círculos. Se você se interessou pela arte, saiba que muitos anos são necessários para desenvolver uma técnica e um origami com seu estilo.